Archive for February, 2008

if only

Posted: February 27, 2008 in Uncategorized

Encontrei este filme vai fazer no próximo verão 2 anos. Foi numa tarde de sábado, a noite eu passei a ver e rever o filme. E sempre que no fim ouvia as suas últimas palavras, sempre me revia na parte das decisões tomadas com base no medo.
Ontem, enquanto percorria canais de cabo reencontrei-o, como se de um alerta se tratasse para o facto de eu me estar novamente a acomodar.

Deixo-vos os vídeos para que conheçam ou recordem (desculpem a qualidade das legendas…)

A estória é simples, muito simples… imaginem que têm um dia… um único dia…
Vivam, porque nem sempre a vida nos dá uma nova oportunidade…

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dassssssss

Posted: February 27, 2008 in Uncategorized

Estou cansada, não durmo em condições desde sábado. Se eu tivesse insónias, ainda vá lá, mas não é o caso.
Portanto, vamos ver se nos entendemos. Não me liguem depois das 10 da noite! Muito menos à meia noite! Menos ainda depois da meia noite! E escusam de insistir 20 vezes… durante a noite atendo apenas os meus pais e a minha irmã.
Eu não sei se sabem, mas telefonar a partir de determinada hora é falta de educação. E já agora, quando quiserem madrugar, tentem falar baixinho, e se quiserem mesmo fazer barulho, dêem umas quecas, é que eu prefiro ouvir os gemidos às cenas de pugilato e gritaria! Acordar às seis da manhã com os palavrões do costume (é que podiam ser novos, uns que eu não conhecesse, sempre era de alguma forma educativo, mas não, só os velhos #$£$%&#§ repetidos até à exaustão), está a deixar-me doida e ainda me devo passar da marmita e faço uma qualquer estupidez!

que venha…

Posted: February 25, 2008 in Uncategorized

Se hoje não fosse segunda-feira, se eu não tivesse dormido poucas horas e nessas poucas não tivesse sonhado muitas idiotices… se eu não estivesse onde estou, se eu soubesse uma série de coisas que não sei, se eu ignorasse tantas que preferia não saber, se eu pudesse resolver umas outras quantas… se… se… se… aí talvez eu até ponderasse a hipótese de ficar de bom humor, assim, está completamente fora de questão! Se temos por aí quem goste de apanhar… que venha… tou doidinha por fazer o favor!

recuerdos

Posted: February 19, 2008 in Uncategorized

Recuerdos… do que sou, do que fui, do que temi ser, do que sonhei… do que nunca serei… para que nunca os esqueça ainda que a memória me falhe… para que fiquem depois de eu ir… para que alguém saiba quem sou… para que eu me perca e me encontre neles! Vão ficando nestas páginas virtuais, neste cadernos sem argolas de papel fantasia…

“Y si las lagrimas vuelven
Ellas me harán más fuerte”

saudade

Posted: February 13, 2008 in Uncategorized

Porque nunca te esqueci, porque sempre serás a mulher da minha vida…
Lembras-te? Tenho a certeza de que te lembras, mas ainda assim por vezes apetece-me perguntar-te. Que é feito dos nossos dias? Que fizemos nós das noites de conversas mudas, do sono que afastávamos em confidências, em risos, em lágrimas?
A chuva e o vento… segui no meu vento, no meu caminho diferente do teu, mas preciso dessa tua chuva para não me sentir seca. Preciso do teu afago, do que era meu e que eu perdi. Já não estou magoada, já não tenho raiva, já não sinto dor, já te sei amar outra vez, mas o vazio, a tua ausência em mim, essa, nunca me deixou!
Conto-te aos novos amigos, recordo-te com os velhos e sinto aquela lágrima velha e empoeirada. A que escorre nos dias em que me esqueço de como se atravessa a rua sem a tua mão. A que engulo sempre, porque ela é muito do que guardo de ti, porque ela me aquece, porque me lembra os dias em que a adivinhavas ainda antes dela aparecer… porque com ela aprendi que para sempre é apenas um momento!
Um dia, tu escreveste para mim…

“(…) Á tua frente estava eu, e pela minha cabeça iam passando mil imagens soltas do filme bonito que tem sido a nossa vida. Não consegui deixar de sorrir ao recordar. Eras apenas a minha menina, quase minha criação, eras a bebé a quem eu dava a mão para atravessar a estrada, dava colo para acolher o teu choro, e as minhas palavras para te tentar desabrochar… e como todos os filhos tu cresceste rápido demais, quase sem eu dar conta. Distraí-me por momentos e aí estavas tu a sonhar comigo, a acolheres-me no teu colo, a rires dos nossos disparates, a divagar nas noites loucas em que o importante era falar do vento e da água, dos sentimentos e das sensações… das velhas sensações!
O tempo passou, vivemos tanto, tão intensa foi a nossa caminhada que me aventuro a dizer que já somos velhinhas. Vivemos o que muitos jamais viverão, sonhámos tão alto que de certeza ninguém nos conseguirá ultrapassar, e amámos tanto esses momentos que nos tornámos grandiosas! Passámos por crises, naturalmente, e mudámos, pois então, e hoje abro os olhos e tu cresceste e tornaste-te o vento que tanto desejas, a aventura e eu sou a chuva que cai no Inverno quando repentinamente me torno agressiva, e o orvalho sobre a planície Alentejana quando os meus olhos se humedecem ao lembrar velhos sonhos, e sempre nós as duas somos o caminho, e a essência e a lua…
(…)”

E foi por esta altura que desacertámos agulhas e seguimos novas rotas… foi assim que perdi a chuva e segui furacão!
Hoje, que te lembro, que te sinto a falta, deixo-te aqui, neste espaço que ignoras, uma das muitas músicas que cantávamos em dueto.

“Há sempre alguém que nos faz falta,
Ahhh, SAUDADE…”

eu sei

Posted: February 12, 2008 in Uncategorized

Eu sei que tenho andado ausente, mas eu também sei que ainda quero estar aqui!

bardamerda

Posted: February 6, 2008 in Uncategorized

Deixem ver se consigo por em palavras os pensamentos e rapidamente, antes que me esqueça de vos falar nisto.
Ontem, depois de uma noite de copos (vou contar-vos logo que tenha tempo), acordei com uma berraria danada. Uma discussão entre um casal, começava a tomar proporções preocupantes. Como sempre acontece quando ouço algo do género, não foi a primeira vez, fico sempre na duvida entre a denuncia e o calar. Desculpem lá a confissão, gostava de afirmar que faço sempre tudo como manda o figurino, mas não faço, pronto está dito! A verdade é que tenho medo. É isso mesmo. Medo! Numa terra pequena tudo se sabe, e acaba por se saber quem foi o fulano que ligou à polícia. E gente desta, desculpem lá o rótulo também, não tem o menor problema em provocar um acidente na vizinha metediça.
Acontece que ontem, após 45 minutos de berros e choro, gritou-se por socorro. Face a isto. Liguei para a PSP.
“Enviaremos alguém ao local logo que possível.” – Foi o que ouvi em resposta.
Que eu desse por isso não foi possível! Entendo, afinal de contas, devem andar imensos criminosos a acender cigarros em cafés, que é preciso deter.
Somos uns hipócritas é o que é. Na volta a minha denuncia até entra em contas nas estatísticas… vão bardamerda!
Ouvi mais meia hora de berros e depois, silêncio. Que é mesmo de ouro!
Não foi a primeira vez. Nem foi a última, porque passadas umas horas voltámos ao mesmo. Ele segundo parece é uma besta. Não tem trabalho, ou melhor, tem, mas não faz descontos, estão a ver, é comerciante! Que eu saiba, nunca vi filhos que tantas vezes servem de desculpa. A casa é um ovo como a minha, e até é dele. Ela, parece que tem um amante. Ora porra, então está com ele porquê? A queca depois da briga é melhor??? Que vá bardamerda também, juntamente com ele e que me façam o favor de se matarem em silêncio, que eu gosto de dormir em paz na minha própria casa.

Já agora… alguém sabe qual é o valor da multa por dar uns amassos no saco de pancada que vive connosco???